Maré alta e ressaca atingem Grande Florianópolis; VÍDEO e FOTOS

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    Há chance de que o fenômeno ocorra em praias do Sul da Ilha de Santa Catarina, Barra Velha, Araranguá, Itajaí e Joinville. VÍDEO: Ressaca atinge praia de Palhoça, na Grande Florianópolis
    Maré alta e ressaca afetam ruas e bairros da Grande Florianópolis neste domingo (2). Na Capital, a Polícia Militar Rodoviária Estadual (PMRv) flagrou as consequências do acumulo de água na SC-405 e nas praias da região sul.
    Já em Palhoça, a ressaca atingiu a Praia do Sonho. A água alcançou toda a faixa de areia e chegou em ruas próximas. (assista ao vídeo acima).
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    A reportagem do g1 SC questionou as prefeituras de Florianópolis e Palhoça sobre possíveis estragos e interdições de trânsito. Até a última atualização do texto não houve retorno.
    Também há chance de que ocorra maré alta nas praias do Sul da Ilha de Santa Catarina, Barra Velha, Araranguá, Itajaí e Joinville, segundo a Epagr/iCiram, órgão que monitora o tempo no Estado.
    Maré alta em Florianópolis na madrugada de domingo (2)
    PMRV/Divulgação
    No sábado (1º), a Defesa Civil de Santa Catarina emitiu um alerta sobre o risco de ressaca e maré alta por influência da passagem de um ciclone extratropical no Estado. A navegação no mar também é monitorada, já que as ondas variam entre 2,5 m a 3 m de altura no litoral Sul.
    O ciclone se formou na sexta-feira (31) no mar, na altura do Uruguai.
    VÍDEO Ressaca atinge praia de Palhoça, na Grande Florianópolis
    Adriana Silvia Pimentel Mafra/Arquivo Pessoal
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    Ciclone bomba
    De acordo com a Defesa Civil, ciclone extratropical foi formado com muita rapidez. Houve o registro de uma queda acentuada na pressão atmosférica e isso caracteriza o ciclone como tipo bomba.
    Em Santa Catarina, o ciclone bomba é associado a casos em que houve bastante dano. Porém, a Defesa Civil destacou que cada sistema é diferente e o impacto depende da posição, intensidade e ambiente atmosférico. Até domingo, apenas ventos mais fortes, além da ressaca e maré alta foram registrados no Estado.
    Formação do ciclone-bomba no oceano
    Defesa Civil/Divulgação
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    Mata

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