Psicóloga do CDP de Mogi das Cruzes está entre presos por suspeita de participação em atos terroristas no DF

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De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária, Ana Dantas trabalha na unidade desde janeiro do ano passado. Após ser presa em flagrante, ela teve a prisão preventiva decretada pelo Supremo Tribunal Federal. IMAGEM DE ARQUIVO: Homem usa extintor após invadir prédio durante ato golpista de 8 de janeiro de 2023
Adriano Machado / Reuters
Uma psicóloga que trabalha no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mogi das Cruzes é a terceira pessoa do Alto Tietê a ser identificada como suspeita de participar dos atos golpistas que ocorreram em Brasília em 8 de janeiro. Ana Dantas aparece na lista de detidos da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seape) do Distrito Federal.
Após ser presa em flagrante, a profissional de 54 anos teve a prisão preventiva decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo (SAP) confirmou que a servidora atua no CDP de Mogi desde 14 de janeiro de 2022. A unidade instaurou procedimento para apurar o caso.
Ainda segundo a pasta, no momento, a servidora está recebendo faltas injustificadas por não comparecer ao trabalho e, assim que a unidade receber a documentação necessária, ela será afastada do exercício do cargo com prejuízo da remuneração, conforme o artigo do 70 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo.
A SAP também informou que na unidade não há outros funcionários que respondam a procedimento apuratório por participação nos atos do dia 8 de janeiro em Brasília. O g1 tenta localizar a defesa de Dantas.
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Além da psicóloga, a professora Sheila Mantovanni e o empresário Hedio Minoru Hiratuka, ambos de Mogi das Cruzes, também seguem presos preventivamente em decorrência dos atos golpistas. As duas mulheres estão custodiadas na Penitenciária Feminina do Distrito Federal. Já o empresário segue no Centro de Detenção Provisória II.
A situação dos detidos no Distrito Federal foi analisada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Ele considerou que as condutas ilícitas são “gravíssimas” e tiveram como objetivo “coagir e impedir o exercício dos poderes constitucionais constituídos”.
Os crimes apontados são os de:
atos terroristas, inclusive preparatórios;
associação criminosa;
abolição violenta do estado democrático de direito;
golpe de estado;
ameaça;
perseguição;
incitação ao crime.
Foram analisadas 1.459 atas de audiência relativas a 1.406 custodiados. No total, 942 pessoas tiveram a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva e 464 obtiveram liberdade provisória, mediante medidas cautelares, e poderão responder ao processo com a colocação de tornozeleira eletrônica entre outras medidas.
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Redes sociais/Reprodução
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