Saiba quais informações devem ser repassadas à polícia em caso de busca por pessoas desaparecidas em Sergipe

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Segundo delegado, não é necessário esperar 24 horas para fazer o registro do caso.
Thaís Leocádio/g1
O procedimento de busca por um familiar ou amigo desaparecido nem sempre é claro para quem procura a polícia, mas de acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de Sergipe algumas informações podem ser fundamentais para contribuir com o trabalho da polícia.
Segundo a SSP, inicialmente é orientado que a comunicação do fato a uma delegacia da Polícia Civil deve ser feita imediatamente após a identificação de que a pessoa está desaparecida. A Polícia Militar também pode fornecer orientações por meio do telefone 190, antes do registro do caso em uma delegacia.
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“Não é necessário aguardar 24 horas. Assim que você percebe o desaparecimento, não sabe onde a pessoa se encontra, imediatamente tem que procurar uma delegacia para comunicar o fato. Quanto mais rápido a polícia for comunicada sobre o desaparecimento, mais fácil será encontrar a pessoa desaparecida”, explicou o delegado Ronaldo Marinho, da Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (Deacav).
Para a comunicação do desaparecimento, a SSP destacou que as seguintes informações são fundamentais para o registro do boletim de ocorrência, são elas:
Fotografia nítida;
Características físicas da pessoa desaparecida, como altura, cor da pele, cor dos olhos e cor dos cabelos;
Cicatrizes, marcas de nascença, tatuagens (parte do corpo e desenho), piercings e próteses;
Roupas e pertences que a pessoa utilizava na última vez em que foi vista;
Doenças físicas ou mentais, estado emocional e rotina diária da pessoa desaparecida;
Último local em que a pessoa desaparecida foi vista;
Dados do aparelho celular;
Dados de redes sociais;
Contexto do desaparecimento.
“Todo desaparecimento exige uma diretriz de prestar o boletim de ocorrência. Além disso, com a base de dados, conseguimos ter um número real de pessoas desaparecidas e também de pessoas localizadas”, disse o coordenador de estatística e análise criminal da SSP, Sidney Teles.
O diretor do Instituto de Identificação Papiloscopista Wendel da Silva Gonzaga (IIWGS), Jenilson Gomes, reforçou que essas são informações básicas e que auxiliam no trabalho de localização da pessoa desaparecida. “Quando analisamos alguns boletins de ocorrência, vemos que faltam informações básicas que facilitam o processo de investigação. Então, com essas informações, com essa padronização, as investigações também são mais facilmente compartilhadas com outros estados da federação”.

pappa2200

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